Uma Natureza Violenta - Crítica  

Na tentativa de entrar nas listas de novos filmes Slasher da atualidade, Uma Natureza Violenta de Chris Nash (O ABC Do Mal 2) nos mostra um novo conceito de Slasher, o conceito da perspectiva do assassino.

Seu enredo simples e com uma base de objeto valioso para mover a história, Nass entrega um filme a modo conceitual, a trama de assassino na floresta e um grupo de jovens já foi utilizado de várias formas nas telas, mas em Uma Natureza Violenta (2024) o que temos de novidade é a visão do nosso protagonista, temos referências aos clássicos slasher de várias formas, mas com esse olhar novo no gênero.

Levando simplicidade nas gravações seja para mostrar o campo aberto em quanto acompanhamos os passos do protagonista, deixando na tensão de quem será sua próxima vítima nesse cenário tão amplo e florido, temos um acerto em questão de cenário e na fotografia colorida e granulada.

Em sua brutalidade, o diretor não se preocupou em poupar a gente com a sua criatividade nos desfechos dos personagens, temos cenas extremamentes violentas e marcantes para o gênero e outras com uma transição perfeita no contexto.

Sem trilha sonora, o filme se apropriou do som da natureza, algo para o público se sentir mais intensivo no cenário do longa, algo que caiu bem no conceito que o filme propôs.

Uma Natureza Violenta (2024) nos entrega uma perspectiva nova, mas sem história o suficiente para ser lembrada a não ser, pelas suas cenas violentas e de sua filmografia guiada pelo protagonista.

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