Besouro Azul - Crítica  

Besouro Azul (2023) marca a estreia de um super-herói latino nas telonas. Sem medo de errar, o diretor Angel Manuel Soto (Menudo: Sempre Jovens) fez o que podia para esse filme está altura do personagem, com algo mais contido, Besouro Azul (2023) nos mostra uma origem de super-herói com um enredo a lá Maria do Bairro.

Nos apresentando a versão mais recente do herói e tecnológica, Besouro Azul (2023) entrega o que está nos conformes, nada grandioso como dominação do mundo ou algo relacionado. O que temos aqui é uma história mais pé no chão, onde nosso protagonista passa pelo rito de passagem para se tornar um herói.

Sendo um personagem que passou por várias reformulações, mas nunca perdendo sua essência nosso herói se torna a melhor coisa do filme, tudo por conta do carisma e talento de Xolo Maridueña (Cobra Kai), seu protagonismo se encaixa no filme e nos mostra o valor do personagem e o que ele pode agregar futuramente.

O elenco de apoio se sai muito bem, o laço familiar é um dos pontos fortes para o filme, e em nenhum momento sentimos o desgaste familiar em tela, a relação entre os personagens entrega um certo aconchego. O que falha talvez seja o roteiro onde alguns momentos ele força para tentar tirar uma emoção a mais do público quando se trata da família do protagonista.

Trazendo alguns assuntos como imigração, conflitos latinos passados, tudo isso é destacado rapidamente sem nem notar o potencial que seria importante para a história, o que ganha destaque mesmo são as referências e as homenagens a cultura latina, seja uma novela ou um seriado, todos eles são bem introduzidos e traz uma certa nostalgia para aqueles da velha guarda.

Uma das novidades na história é o interesse amoroso do herói, criada especialmente para o filme. Interpretada por Bruna Marquezine (América) sua personagem se torna uma espécie de tutora para esse mundo do herói, introduzindo aparatos e origem do traje, sua participação se torna essencial para uma possível parceria amorosa e profissional.

Besouro Azul (2023) tem potencial na nova dcu, uma valorização a mais na cidade do herói será bem vida e no Arsenal trazido por ele, Angel reconheceu bem a origem do herói e mesmo com um estilo de filme direto para streaming ele tem um valor de um Blockbuster inesperado.

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